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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Liquen Plano-

Bom Pessoal vou falar um pouco sobre Liquen Plano
Como todos os que tiveram Liquen Plano, fiz todos os tratamentos imagináves com alopatia, sem obter bons resultados, bem pelo contrario tive reações negativas, ate que meu Homeopata ( o melhor do mundo) Dr. Marco Teixeira começou um tratamento intensivo e graças a Deus e aos conhecimentos do meu médico, estou livre do Liquen, e tento nao me desiquilibrar pois, ele pode desaparecer e surgir tempos depois.


O líquen plano, uma doença recorrente e pruriginosa, começa como uma erupção de pápulas pequenas e discretas que logo se combinam até formarem placas rugosas e escamativas (placas salientes).

A causa do líquen plano é desconhecida. Uma erupção idêntica costuma aparecer nas pessoas expostas a fármacos que contenham ouro, bismuto, arsénico, quinino, quinidina ou quinacrina e a certas substâncias químicas utilizadas na revelação de fotografias a cores. O líquen plano pode por isso ser a reacção do organismo a um composto químico externo ou a outro agente.

Sintomas

A primeira crise pode começar de repente ou gradualmente e persistir durante semanas ou meses. Embora o líquen plano costume desaparecer por si só, as placas reaparecem frequentemente e os episódios podem repetir-se durante anos. As erupções são acompanhadas quase sempre de comichão, por vezes intensa. As pápulas costumam ser de cor violeta e ter bordos angulares; iluminando-as de lado, emitem um brilho característico. Podem formar-se novas pápulas, fruto de um arranhão ou por se sofrer uma leve lesão cutânea. Em alguns casos a pele fica com uma tonalidade escura depois de curada a erupção.

Regra geral, as lesões distribuem-se de forma simétrica (mais frequentemente na boca, sobre o tronco, nas superfícies internas dos pulsos, nas pernas, na glande e na vagina). A cara quase nunca é afectada. Nas pernas, as lesões podem ser especialmente extensas e escamativas. Noutros casos provoca alopecia (queda de cabelo) em placas no couro cabeludo.

As úlceras que o líquen plano provoca na boca são particularmente incómodas.

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser difícil porque muitas doenças se assemelham ao líquen plano. O dermatologista costuma reconhecê-lo pelo seu aspecto e recorrências características, mas pode ser necessário fazer uma biopsia da pele (que consiste em colher uma amostra e examiná-la ao microscópio) para confirmar o diagnóstico.

Consulte sempre seu medico e nunca se auto medique.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Física Quântica o que é e para que serve.

Já faz cem anos que Planck teve de lançar mão de uma expressão inusitada para explicar os seus resultados da medida da intensidade da radiação emitida por um radiador ideal - o corpo negro - levando-o assim a estabelecer o valor de uma nova constante universal que ficou conhecida como a constante de Planck. A partir daí, e também em função de outras experiências que apresentavam resultados igualmente surpreendentes no contexto da mecânica de Newton e do eletromagnetismo de Maxwell, os pesquisadores do começo do século passado se viram obrigados a formular hipóteses revolucionárias que culminaram com a elaboração de uma nova física capaz de descrever os estranhos fenômenos que ocorriam na escala atômica; a mecânica quântica.

Esta teoria, com a sua nova conceituação sobre a matéria e os seus intrigantes postulados, gerou debates não só no âmbito das ciências exatas mas também no da filosofia, provocando assim uma grande revolução intelectual no século XX. Obviamente que, além das discussões sérias e conceitualmente sólidas, as características não cotidianas dos fenômenos quânticos levaram muitos pesquisadores, e também leigos, a formular interpretações equivocadas da nova teoria, o que infelizmente, ainda nos nossos dias, atrai a atenção das pessoas menos informadas.

Mas, no final das contas, quais são estes efeitos tão estranhos dos quais estamos falando e qual é a sua relevância para o nosso cotidiano, se existe alguma? Bem, para provar que não estamos falando de coisas inúteis, comecemos pela segunda parte desta pergunta.

O leitor certamente se surpreenderia se disséssemos que sem a mecânica quântica não conheceríamos inúmeros objetos com os quais lidamos corriqueiramante hoje em dia. Só para se ter uma idéia podemos mencionar o nosso aparelho de CD, o controle remoto de nossas TVs, os aparelhos de ressonância magnética em hospitais ou até mesmo o micro-computador que ora usamos na elaboração deste artigo. Todos os dispositivos eletrônicos usados nos equipamentos da chamada high-tech só puderam ser projetados porque conhecemos a mecânica quântica. A título de informação, 30% do PIB americano é devido a estas tecnologias.

Esperando ter convencido o leitor de que estamos longe do terreno da especulação, vamos, então, abordar a primeira parte da pergunta acima lançada. O que é a mecânica quântica?

A mecânica quântica é a teoria que descreve o comportamento da matéria na escala do "muito pequeno", ou seja, é a física dos componentes da matéria; átomos, moléculas e núcleos, que por sua vez são compostos pelas partículas elementares. Muito interessante mas…o que isto nos traz de novo?

A fim de podermos apreciar as novidades que a física quântica pode nos proporcionar, vamos estabelecer alguns conceitos clássicos que nos serão muito úteis adiante.

O primeiro conceito é o de partícula. Para nós este termo significa um objeto que possui massa e é extremamente pequeno, como uma minúscula bolinha de gude. Podemos imaginar que os corpos grandes sejam compostos de um número imenso destas partículas. Este é um conceito com o qual estamos bem acostumados porque lidamos diariamente com objetos dotados de massa e que ocupam uma certa região do espaço.

O segundo conceito é o de onda. Este, apesar de ser também observado no nosso dia a dia, escapa à atenção de muitos de nós. Um exemplo bem simples do movimento ondulatório é o das oscilações da superfície da água de uma piscina. Se mexermos sistematicamente a nossa mão sobre esta superfície, observaremos uma ondulação se afastando, igualmente em todas as direções, do ponto onde a superfície foi perturbada.

O caso particular aqui mencionado é o de onda material, ou seja, aquela que precisa de um meio material para se propagar (a água da piscina no nosso caso). Entretanto, esse não é o caso geral. Há ondas que não precisam de meios materiais para a sua propagação, como é o caso da radiação eletromagnética. Aqui, a energia emitida por cargas elétricas aceleradas se propaga no espaço vazio (o vácuo) como as ondas na superfície da piscina.

Apesar da sua origem mais sutil, a radiação eletromagnética está também presente na nossa experiência diária. Dependendo da sua frequência ela é conhecida como: onda de rádio, FM, radiação infravermelha, luz visível, raios-X e muito mais.

Pois bem, até o final do século XIX tudo o que era partícula tinha o seu movimento descrito pela mecânica newtoniana enquanto que a radiação eletromagnética era descrita pelas equações de Maxwell do eletromagnetismo.

O que ocorreu no primeiro quarto do século XX foi que um determinado conjunto de experiências apresentou resultados conflitantes com essa distinção entre os comportamentos de onda e de partícula. Estes resultados podem ser resumidos em uma única experiência que passamos a descrever, em seguida, na sua versão clássica.



Ainda mais estranho é a repetição desta mesma experiência com apenas uma partícula. Ela passa pelo primeiro anteparo e atinge o segundo em apenas um ponto. Vamos, então, repetir esta mesma experiência um número enorme de vezes. O resultado é que em cada experimento o ponto de deteção no segundo anteparo é diferente. Entretanto, sobrepondo todos os resultados obtidos nos segundos anteparos de cada experiência obtém-se, novamente, a mesma figura de interferência da figura anterior!

Assim, mesmo falando de apenas uma partícula, nos vemos obrigados a associá-la a uma onda para que possamos dar conta da característica ondulatória presente no nosso exemplo. Por outro lado, devemos relacionar esta onda à probabilidade de se encontrar a partícula em um determinado ponto do espaço para podermos entender os resultados de uma única experiência de apenas uma partícula. Este é o chamado princípio da dualidade onda-partícula.

Um outro fato intrigante ocorre quando tentamos determinar por que fenda a partícula passou. Para resolver esta questão podemos proceder fechando uma das fendas para ter certeza que ela passou pela outra fenda. Outra surpresa: a figura de interferência é destruida dando lugar a apenas uma concentração bem localizada de partículas, a daquelas que passaram pela fenda aberta! Portanto, ao montarmos um experimento que evidencia o carater corpuscular da matéria, destruimos completamente o seu carater ondulatório, ou seja, o oposto ao caso com as duas fendas abertas. Este é o princípio da complementaridade.

De uma forma geral podemos interpretar os resultados do experimento aqui descrito como os de um sistema sujeito a uma montagem na qual o seu comportamento depende de alternativas A e B (no nosso caso, a passagem da partícula por uma das fendas). Enquanto que na mecânica clássica o sistema escolhe A ou B, aleatoriamente, na mecânica quântica estas duas alternativas interferem. Entretanto, ao questionarmos, ou melhor, medirmos, por qual alternativa o sistema opta, obteremos o resultado clássico.

Um sistema quântico, ao contrário do clássico, só pode ser descrito através das possíveis alternativas (não necessariamente apenas duas) que a nossa montagem apresente para ele. A onda associada ao sistema carrega a possibilidade de interferência entre as diferentes alternativas e é a informação máxima que podemos ter sobre o sistema em questão.

A aplicação desta teoria a problemas nas escalas atômicas e sub-atômicas apresenta resultados como a quantização da energia ou o tunelamento quântico que, por si só, já mereceriam a elaboração de um outro artigo para que o leitor pudesse apreciá-los.

O mais interessante é que a mecânica quântica descreve, com sucesso, o comportamento da matéria desde altíssimas energias (física das partículas elementares) até a escala de energia das reações químicas ou, ainda de sistemas biológicos. O comportamento termodinâmico dos corpos macroscópicos, em determinadas condições, requer também o uso da mecânica quântica.

A questão que nos resta é então; por quê não observamos estes fenômenos no nosso cotidiano, ou seja, com objetos macroscópicos? Bem, há duas razões para isso. A primeira é que a constante de Planck é extremamente pequena comparada com as grandezas macroscópicas que têm a sua mesma dimensão. Baseados neste fato, podemos inferir que os efeitos devidos ao seu valor não nulo, ficarão cada vez mais imperceptíveis à medida que aumentamos o tamanho dos sistemas. Em segundo lugar, há o chamado efeito de descoerência. Este efeito só recentemente começou a ser estudado e trata do fato de não podermos separar um corpo macroscópico do meio onde ele se encontra. Assim, o meio terá uma influência decisiva na dinâmica do sistema fazendo com que as condições necessárias para a manutenção dos efeitos quânticos desapareçam em uma escala de tempo extremamente curta.

Entretanto, as novas tecnologias de manipulação dos sistemas físicos nas escalas micro ou até mesmo nanoscópicas nos permitem fabricar dispositivos que apresentam efeitos quânticos envolvendo, coletivamente, um enorme número de partículas. Nestes sistemas a descoerência, apesar de ainda existir, tem a sua influência um pouco reduzida, o que nos permite observar os efeitos quânticos durante algum tempo.

Uma aplicação importante para alguns destes dispositivos seria a construção de processadores quânticos, o que tornaria os nossos computadores ainda mais rápidos. Nesta situação a minimização dos efeitos da descoerência é altamente desejável pois, em caso contrário, estes processadores de nada iriam diferir dos processadores clássicos.

Como podemos ver, tudo indica que a mecânica quântica seja a teoria correta para descrever os fenômenos físicos em qualquer escala de energia. O universo macroscópico só seria um caso particular para o qual há uma forma mais eficiente de descrição; a mecânica newtoniana. Esta pode ser obtida como um caso particular da mecânica quântica mas a recíproca não é verdadeira.

Muitos autores, por não se sentirem confortáveis com a chamada interpretação ortodoxa ou de Copenhagen da mecânica quântica, tentam criar teorias alternativas para substituí-la. Entretanto, cabe notar que, apesar da sua estranheza, a mecânica quântica não apresentou qualquer falha desde que foi elaborada na década de 20, o que não nos proporciona evidência experimental que aponte para onde buscar as questões capazes de derrubá-la.

By - Amir O. Caldeira, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Henry Miller


Henry Valentine Miller (Manhattan, New York, 26 de Dezembro de 1891– Los Angeles, 7 de Junho de 1980), escritor norte-americano.

Seu estilo é caracterizado pela mistura de autobiografia com ficção. Muitas vezes lembrado como escritor pornográfico, escreveu também livros de viagem e ensaios sobre literatura e arte. O autor foi homenageado pelo célebre crítico Otto Maria Carpeaux em prefácio para o livro O Mundo do Sexo, editora Pallas 1975, Rio de Janeiro.

Uma de suas amantes foi a escritora Anais Nin. Há um filme ficcional sobre o período da vida em que eles se conheceram, Henry and June, baseado nos diários de Anaïs.

Principais Obras

Crazy Cock, 1934
Opus Pistorum (novela pornográfica), 1936
Trópico de Câncer, 1934.
Primavera negra, 1936.
Trópico de Capricórnio, 1939.
Dias de paz em Clichy, 1939.
O Mundo do Sexo, 1940.
O Colosso de Marússia, 1941.
Sabedoria do Coração (ensaios), 1941.
Pesadelo Refrigerado, 1945.
O Sorriso ao pé da escada, 1948
Sexus [Crucificação Encarnada vol. 1 // Livro Primeiro da Rosa-Crucificação (Portugal)], 1949.
Os Livros da Minha Vida, 1952
Plexus [Crucificação Encarnada vol. 2 // Livro Segundo da Rosa-Crucificação (Portugal)], 1953.
Big-Sur e as laranjas de Hieronymus Bosch, 1957
Nexus [Crucificação Encarnada vol. 3 // Livro Terceiro da Rosa-Crucificação (Portugal)], 1960.
A Hora dos Assassinos (Um Estudo sobre Rimbaud).

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Marguerite Yourcenar




Marguerite Yourcenar, pseudônimo de Marguerite Cleenewerck de Crayencour (8 de junho de 1903, Bruxelas, Bélgica - 17 de dezembro de 1987, Mount Desert Island, Maine, EUA) foi uma escritora belga de língua francesa.

Obras

O Jardim das Quimeras (Le jardin des chimères) (1921) ;
Alexis ou o tratado do vão combate (Alexis ou le traité du vain combat) (1929, romance) ;
La nouvelle Eurydice (1931, romance) ;
Fogos (Feux) (1936, poemas em prosa) ;
Contos orientais (Nouvelles orientales) (1938) ;
Les songes et les sorts (1938) ;
Le coup de grâce (1939, romance) ;
Memórias de Adriano (Mémoires d'Hadrien) (1951) ;
Électre ou La chute des masques (1954) ;
A Obra ao Negro (L'Œuvre au noir) (1968) ;
Souvenirs pieux (1974) ;
O Labirinto do Mundo (1974-77);
Arquivos do Norte (Archives du Nord) (1977);
Mishima ou A Visão do Vazio (1981);
O Tempo, Esse Grande Escultor (1983);
D'Hadrien à Zénon : correspondance, 1951-1956 (2004), Paris : Gallimard. 630 p. Texto compilado e comentado por Colette Gaudin e Rémy Poignault ; com a colaboração de Joseph Brami e Maurice Delcroix ; edição coordenada por Élyane Dezon-Jones e Michèle Sarde ; pref. de Josyane Savigneau.
A Salvação de Wang - Fô

Memórias de Adriano

Resumo da obra

Esta obra leva-nos a viajar pelo império de Adriano e quase a entrar no seu próprio pensamento e na sua intimidade. Representa a sua autobiografia que aproveita para realizar ao redigir numa carta dirigida ao futuro imperador Marco Aurélio. Trata-se de um livro que parece ser, numa primeira impressão, "difícil": a escrita faz-se na primeira pessoa, com o Imperador Adriano, ele próprio, vagueando pelas suas memórias. Feita a adaptação, passamos quase a sentir e a viver os tempos de Adriano: as suas viagens à volta do Império, os seus sentimentos para com os seus amigos e inimigos, a intrigazinha palaciana da sua corte, os seus pensamentos políticos e filosóficos sobre Roma e os Romanos, sobre os povos da Ásia Menor e do Egito, sobre os bárbaros do Norte, as suas campanhas militares e sobre o enorme drama da sua paixão pelo jovem Antinoo, maravilhosa, apaixonada, dolorosa, pungente, emocionante.

Frases
- A amizade é , acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor.

- Os defeitos são por vezes os melhores adversários que podemos opor aos vícios.

-Deus é o pintor do universo... Que pena (...) que Deus não se tivesse dedicado à pintura de paisagens.

-A felicidade é uma obra-prima: o menor erro falseia-a, a menor hesitação altera-a, a menor falta de delicadeza desfeia-a, a menor palermice embrutece-a.

- Creio que quase sempre é preciso um golpe de loucura para se construir um destino.

-A felicidade é provavelmente uma infelicidade que se suporta melhor.

-Quanto amargor fermenta-se no fundo da doçura, quanto desespero esconde-se na abnegação e quanto ódio mistura-se ao amor.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Anaïs Nin


Anaïs Nin foi uma escritora francesa que polemizou sua época ao escrever suas obras permeadas de erotismo e idéias feministas.
Anaïs Nin (21 de fevereiro de 1903, Neuilly, perto de Paris - 14 de janeiro de 1977, Los Angeles) batizada Angela Anais Juana Antolina Rosa Edelmira Nin y Culmell, foi uma autora nascida na França, filha do compositor Joaquin Nin, cubano criado na Espanha e Rosa Culmell y Vigaraud,de origens cubana, francesa e dinamarquesa. Anaïs Nin tornou-se famosa pela publicação de diários pessoais, que medem um período de quarenta anos, começando quando tinha doze anos. Foi amante de Henry Miller e só permitiu que seus diários fossem publicados após a morte de seu marido Hugh Guiler.
Seus romances e narrativas, impregnados de conteúdo erótico foram profundamente influenciados pela obra de James Joyce e a psicanálise. Dentre suas obras destaca-se Delta de Vênus (1977), traduzido para todas as línguas ocidentais, aclamado pela crítica americana e européia.
Foi realizado no cinema em 1990 um filme, Henry & June, dirigido por Philip Kaufman, que falava do período que Anaïs Nin conheceu Henry Miller. Anaïs Nin foi interpretada pela atriz portuguesa Maria de Medeiros .

Obras

A Casa do Incesto
Delta de Vênus
Em busca de um homem sensível
Henry & June
Incesto
Passarinhos
Pequenos Pássaros
Uma espiã na casa do amor

Frases
A Arte da Palavra - O que vemos é uma adesão completa ao sistema. Ninguém está mais interessado em qualquer tipo de revolução. É uma pobreza só. Lixo embrulhado em papel de presente. Nenhuma rebeldia, nenhum passo na direção do abismo. Só restou o dinheiro, a casa dos pais, o nariz empinado e o dedo no cu. É a barbárie.

- A vida ordinária não me interessa. Eu estou do acordo com os surrealistas, procuro pelo maravilhoso. Nunca deixei que uma nuvem obliterasse o céu inteiro. Se existe o comodismo, o medo, a discriminação em qualquer nível, só posso lamentar e escrever. A verdade é que todos nós vivemos numa prisão. Da minha só posso escapar pela escrita. Os outros que continuem dormindo em seus quartinhos escuros.

- A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo.
- Nunca me preocupei com os imbecis. Se alguém quer se achar diferente, superior, esse é um problema mental que não me pertence. Acho, no mínimo, ridículo alguém se achar melhor ou pior do que outro. Cada pessoa é um universo único e é isso que é fascinante. O mundo dos superiores é pequeno porque eles são como os vermes: rastejam sobre a própria barriga e vivem de imundície.

-Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.

-A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros.

-A única anormalidade é a incapacidade de amar.

-O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições . Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho.

-Me nego a viver em um mundo ordinário como uma mulher ordinária.
A estabelecer relações ordinárias.Necessito o êxtase. Não me adaptarei ao mundo. Me adapto a mim mesma.